O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira, dia 21, no Rio de Janeiro, a ampliação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1 para crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Pais ou responsáveis pelas crianças já poderão levá-las aos 36 mil postos de todo o país a partir da próxima segunda-feira, dia 24, para a vacinação. O prazo termina em 2 de junho. Neste período, pessoas de 30 a 39 anos e gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar um posto de saúde. O Ministério da Saúde recomenda também que os municípios reforcem a campanha de vacinação — inclusive com busca ativa - de pessoas pertencentes aos demais públicos-alvos que por ventura não tenham atingido a meta de cobertura nessas cidades. Isso inclui doentes crônicos, crianças de seis meses e menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos. Os idosos que ainda não se vacinaram contra a gripe comum também poderão ser imunizados até o dia 2. As crianças de 2 anos até 4 anos e 11 meses, que começam a ser vacinadas nesta segunda-feira, estão na faixa etária que apresenta maior vulnerabilidade a desenvolver complicações pela gripe H1N1, depois dos grupos prioritários já incluídos anteriormente na campanha de vacinação. Para o novo grupo, serão utilizadas 10,8 milhões de doses da vacina pertencentes ao estoque estratégico do Ministério da Saúde, reservadas para eventualidades durante a campanha. Ao todo, há 9,6 milhões de crianças brasileiras na faixa de 2 anos a menores de 5 anos. É importante ressaltar que este grupo é imunizado com duas meias doses da vacina. Por isso, 21 dias depois da primeira aplicação, as crianças precisam ser levadas de novo aos postos para tomar a segunda meia dose. O Ministério da Saúde recomenda que todos os municípios do país promovam, nesses últimos dias, estratégias como a busca ativa para vacinar pessoas dos grupos prioritários que ainda não tiveram as metas atingidas.
Mostrando postagens com marcador Gripe A/H1N1. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
Ministério da Saúde amplia vacinação para crianças menores de 5 anos
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira, dia 21, no Rio de Janeiro, a ampliação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1 para crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Pais ou responsáveis pelas crianças já poderão levá-las aos 36 mil postos de todo o país a partir da próxima segunda-feira, dia 24, para a vacinação. O prazo termina em 2 de junho. Neste período, pessoas de 30 a 39 anos e gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar um posto de saúde. O Ministério da Saúde recomenda também que os municípios reforcem a campanha de vacinação — inclusive com busca ativa - de pessoas pertencentes aos demais públicos-alvos que por ventura não tenham atingido a meta de cobertura nessas cidades. Isso inclui doentes crônicos, crianças de seis meses e menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos. Os idosos que ainda não se vacinaram contra a gripe comum também poderão ser imunizados até o dia 2. As crianças de 2 anos até 4 anos e 11 meses, que começam a ser vacinadas nesta segunda-feira, estão na faixa etária que apresenta maior vulnerabilidade a desenvolver complicações pela gripe H1N1, depois dos grupos prioritários já incluídos anteriormente na campanha de vacinação. Para o novo grupo, serão utilizadas 10,8 milhões de doses da vacina pertencentes ao estoque estratégico do Ministério da Saúde, reservadas para eventualidades durante a campanha. Ao todo, há 9,6 milhões de crianças brasileiras na faixa de 2 anos a menores de 5 anos. É importante ressaltar que este grupo é imunizado com duas meias doses da vacina. Por isso, 21 dias depois da primeira aplicação, as crianças precisam ser levadas de novo aos postos para tomar a segunda meia dose. O Ministério da Saúde recomenda que todos os municípios do país promovam, nesses últimos dias, estratégias como a busca ativa para vacinar pessoas dos grupos prioritários que ainda não tiveram as metas atingidas. quarta-feira, 28 de abril de 2010
ATENÇÃO: e-mails falsos
Circulam na Internet mensagens de origem falsa, utilizando, dentre
outros, os domínios @ministeriosaude.gov.br e @saude.net, que não
são os oficiais do Ministério da Saúde (@saude.gov.br).
Ao receber alguma dessas mensagens, o internauta deve deletá-la
imediatamente e avisar a todos os endereços ao alcance para que
façam o mesmo.
Essas mensagens tentam induzir o leitor a clicar em um link para
verificar o calendário de vacinação e, a partir deste momento, um
arquivo malicioso (vírus, trojan, etc...) se instala em seu computador.
Se você não se cadastrou no hotsite www.vacinacaoinfluenza.com.br
para receber o aviso de vacinação do Ministério da Saúde, não abra
mensagens em nome do Ministério e, principalmente, não
clique.
CUIDADO. Observe o endereço de e-mail das mensagens que recebe
e, principalmente, tenha certeza de que os únicos domínios utilizados
na internet pelo Ministério da Saúde para se comunicar com a
população brasileira em relação à Influenza H1N1 são:
www.saude.gov.br e www.vacinacaoinfluenza.com.br.
Fonte : Ministério da Saúde
outros, os domínios @ministeriosaude.gov.br e @saude.net, que não
são os oficiais do Ministério da Saúde (@saude.gov.br).
Ao receber alguma dessas mensagens, o internauta deve deletá-la
imediatamente e avisar a todos os endereços ao alcance para que
façam o mesmo.
Essas mensagens tentam induzir o leitor a clicar em um link para
verificar o calendário de vacinação e, a partir deste momento, um
arquivo malicioso (vírus, trojan, etc...) se instala em seu computador.
Se você não se cadastrou no hotsite www.vacinacaoinfluenza.com.br
para receber o aviso de vacinação do Ministério da Saúde, não abra
mensagens em nome do Ministério e, principalmente, não
clique.
CUIDADO. Observe o endereço de e-mail das mensagens que recebe
e, principalmente, tenha certeza de que os únicos domínios utilizados
na internet pelo Ministério da Saúde para se comunicar com a
população brasileira em relação à Influenza H1N1 são:
www.saude.gov.br e www.vacinacaoinfluenza.com.br.
Fonte : Ministério da Saúde
Em SP, escola infantil vive surto de gripe suína
Cinco estudantes com idades entre 6 e 8 anos de duas classes da Escola Paulistinha de Educação Infantil, ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na Vila Clementino, zona sul da capital paulista, foram afastados das aulas por apresentar sintomas da gripe suína. Os cinco casos foram confirmados e a Vigilância Epidemiológica Estadual, notificada. Ninguém precisou ser internado.
A infectologista Nancy Bellei, que esteve no colégio, confirma o surto e diz que o número de alunos atingidos pode ter sido maior. "O vírus já está circulando. Várias crianças apresentaram quadro gripal e outras, que nunca faltaram, ausentaram-se", diz. "Só daqui a algumas semanas a escola vai saber o número real de afetados pelo vírus."
Após o surto, foi solicitado ao Ministério da Saúde que todas as crianças da escola, independentemente da idade e de estarem fora dos grupos de risco, recebam a vacina contra o H1N1. A direção aguarda resposta do governo federal.
Dez dias depois da confirmação do surto na Escola Paulistinha, a Unifesp registrou mais um caso de H1N1 em um bebê de 9 meses, com sintomas moderados a graves da gripe. Essa criança não tem nenhuma relação com a escola. Como a Unifesp tem laboratório próprio, a confirmação saiu em 24 horas. As informações são do Jornal da Tarde.
Fonte - Agencia Estado, Atualizado: 28/4/2010 9:15
A infectologista Nancy Bellei, que esteve no colégio, confirma o surto e diz que o número de alunos atingidos pode ter sido maior. "O vírus já está circulando. Várias crianças apresentaram quadro gripal e outras, que nunca faltaram, ausentaram-se", diz. "Só daqui a algumas semanas a escola vai saber o número real de afetados pelo vírus."
Após o surto, foi solicitado ao Ministério da Saúde que todas as crianças da escola, independentemente da idade e de estarem fora dos grupos de risco, recebam a vacina contra o H1N1. A direção aguarda resposta do governo federal.
Dez dias depois da confirmação do surto na Escola Paulistinha, a Unifesp registrou mais um caso de H1N1 em um bebê de 9 meses, com sintomas moderados a graves da gripe. Essa criança não tem nenhuma relação com a escola. Como a Unifesp tem laboratório próprio, a confirmação saiu em 24 horas. As informações são do Jornal da Tarde.
Fonte - Agencia Estado, Atualizado: 28/4/2010 9:15
domingo, 25 de abril de 2010
Gripe A e profissionais de educação
/H!

A influenza A/H1N1 é uma virose de transmissão respiratória ou seja, a transmissão ocorre quando a pessoa tosse, espirra ou conversa, a uma distância menor que um metro ou através de objetos contaminados com secreções respiratórias.
É considerado caso suspeito de influenza A/H1N1
Pessoa que apresentar doença de início súbito, com febre (temperatura >37,5°C ou ainda que informada pelo paciente ou cuidador), acompanhada de tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos, podendo ou não estar acompanhada de outros sinais ou sintomas como dores no corpo, de cabeça, nas articulações ou falta de ar e/ou cansaço.
1. Na identificação de aluno/funcionário com SG - SÍNDROME GRIPAL - : evitar seu contato com as demais pessoas da escola. Recomenda-se que indivíduo doente com SG, sempre que possível, permaneça em domicílio durante 7 dias após o início dos sintomas.
2. Uma só pessoa deve cuidar destes alunos, observando a lavagem das mãos após cada contato.
O doente deve ser estimulado a beber muito líquido enquanto persistirem os sintomas.
3. Quando o aluno/funcionário for retornar para sua casa o ambiente onde ele permaneceu deverá ficar desocupado por pelo menos uma hora, o que permite uma completa troca do ar.
4. As superfícies que o paciente teve contato devem ser limpas com álcool 70% ou água sanitária a 1%, usando luvas descartáveis.
5. Quando estiver em casa, o Ministério da Saúde recomenda:
. A pessoa com SG deve permanecer em seu domicílio durante 7 dias após o inicio dos sintomas.
. Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
. Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
. Lavar a mão frequentemente
. Manter o ambiente ventilado
. Evitar contato próximo com pessoas
Os profissionais de educação podem contribuir para a redução da transmissão de doenças respiratórias estimulando medidas como:
. Manter ambiente arejado e janelas abertas.
. Orientar a etiqueta da tosse: cobrir a boca quando tossir, espirrar ou fizer higiene nasal com um lenço de papel ou com o braço. Jogar este lenço de papel no lixo. Lavar bem as mãos.
É considerado caso suspeito de influenza A/H1N1
Pessoa que apresentar doença de início súbito, com febre (temperatura >37,5°C ou ainda que informada pelo paciente ou cuidador), acompanhada de tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos, podendo ou não estar acompanhada de outros sinais ou sintomas como dores no corpo, de cabeça, nas articulações ou falta de ar e/ou cansaço.
1. Na identificação de aluno/funcionário com SG - SÍNDROME GRIPAL - : evitar seu contato com as demais pessoas da escola. Recomenda-se que indivíduo doente com SG, sempre que possível, permaneça em domicílio durante 7 dias após o início dos sintomas.
2. Uma só pessoa deve cuidar destes alunos, observando a lavagem das mãos após cada contato.
O doente deve ser estimulado a beber muito líquido enquanto persistirem os sintomas.
3. Quando o aluno/funcionário for retornar para sua casa o ambiente onde ele permaneceu deverá ficar desocupado por pelo menos uma hora, o que permite uma completa troca do ar.
4. As superfícies que o paciente teve contato devem ser limpas com álcool 70% ou água sanitária a 1%, usando luvas descartáveis.
5. Quando estiver em casa, o Ministério da Saúde recomenda:
. A pessoa com SG deve permanecer em seu domicílio durante 7 dias após o inicio dos sintomas.
. Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
. Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
. Lavar a mão frequentemente
. Manter o ambiente ventilado
. Evitar contato próximo com pessoas
Os profissionais de educação podem contribuir para a redução da transmissão de doenças respiratórias estimulando medidas como:
. Manter ambiente arejado e janelas abertas.
. Orientar a etiqueta da tosse: cobrir a boca quando tossir, espirrar ou fizer higiene nasal com um lenço de papel ou com o braço. Jogar este lenço de papel no lixo. Lavar bem as mãos.
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