quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Internacional da Síndrome de Down - 21/03


Diversas ações educativas são realizadas em todo o Brasil nesta quarta-feira (21), em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. Atualmente, a data ganha boa notícia – com os avanços da medicina, a expectativa de vida dos portadores da modificação genética subiu de cerca de 15 anos, em 1947, para 70. Os dados são da Santa Casa de São Paulo.
No Congresso, o tema será abordado durante todo o dia. Segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A Síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.
Segundo Juan Llerena, médico geneticista do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 60% dos casos ocorrem em mães com mais de 35 anos. “Em jovens, a probabilidade é de um bebê com down para cada 1752 partos. Aos 40, o risco sobe de um para 80”, exemplifica o médico.
O transtorno pode ser detectado já nos exames pré-natais e confirmado através de avaliações laboratoriais após o parto. Estes procedimentos indicam ainda a severidade do distúrbio e a possibilidade de o casal ter outra criança com a síndrome.

Reação dos pais

Ainda hoje, apesar das campanhas de esclarecimento e de desmistificação da Síndrome de Down, muitos pais ainda se sentem inseguros ao receber a notícia de que os filhos têm o transtorno. É o que relata a psicóloga Ceci Cunha, do Serviço de psicologia médica do Instituto Fernandes Figueira.
“Os pais tendem a idealizar uma imagem de seus filhos e qualquer criança que saia deste padrão esperado os choca. Muitos se questionam o porquê, se sentem culpados por ter desejado ou não a gravidez e querem saber o que teriam feito de errado. Têm medo de que o mesmo possa ocorrer em uma futura gravidez. Então nós conversamos, tentamos compreender o que a criança representa na vida deles e iniciamos um trabalho de apoio. É um longo processo, mas com o tempo eles costumam aceitar melhor”, conta.

Características

Indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio. Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, além de olhos semelhantes aos de orientais. Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças. “Cerca de 40% tem doenças cardíacas estruturais, um índice muito maior do que o registrado na população em geral. Também são muito comuns os problemas na glândula da tireóide em mulheres com down", aponta Llerena.
A sexualidade dos portadores do distúrbio não é muito diferente da dos que não a possuem. “A puberdade começa na mesma época que outros pré-adolescentes, o que muda é a probabilidade dos óvulos, por exemplo, amadurecerem”, explica.

Desenvolvimento

As crianças com síndrome de down devem ser submetidas a uma terapia que envolve profissionais de diversas disciplinas - fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia- para superar as dificuldades impostas pelo distúrbio. Quanto à educação, até a fase de alfabetização, deve ser como a de qualquer outra pessoa.
Embora não tenha cura, o avanço na medicina permitiu um grande aumento na expectativa de vida. De 15 anos, em 1947, subiu para 50, em 1989. Hoje, há pessoas que viveram até os 70 anos com o transtorno.

Cuidados com a Escabiose ( Sarna )


O que é?

A escabiose ou sarna é uma doença parasitária, causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. É uma doença contagiosa transmitida pelo contato direto interpessoal ou através do uso de roupas contaminadas. O parasita escava túneis sob a pele onde a fêmea deposita seus ovos que eclodirão em cerca de 7 a 10 dias dando origem a novos parasitas.

Manifestações clínicas

A doença tem como característica principal a coceira intensa que, geralmente, piora durante a noite. A lesão típica da sarna é um pequeno trajeto linear pouco elevado, da cor da pele ou ligeiramente avermelhado e que corresponde aos túneis sob a pele. Esta lesão dificilmente é encontrada, pois a escoriação causada pelo ato de coçar a torna irreconhecível. O que se encontra na maioria dos casos são pequenos pontos escoriados ou recobertos por crostas em consequência da coçadura. É possível a infecção secundária destas lesões com surgimento de pústulas e crostas amareladas.
As lesões atingem principalmente os seguintes locais: abdomem, flancos, baixo ventre, umbigo, pregas das axilas, cotovelos, punhos, espaços entres os dedos das mãos e sulco entre as nádegas.
Nos homens, localização característica são os genitais, onde formam-se lesões endurecidas e elevadas no pênis e na bolsa escrotal, que coçam muito. Nas mulheres, é comum os mamilos serem afetados pela doença. Nos bebês, o acometimento das plantas dos pés e palmas das mãos é frequente.
A escabiose raramente atinge a pele do pescoço e da face, exceto nas crianças, em quem estas regiões podem também ser afetadas.
Tratamento
O tratamento da sarna consiste na aplicação de medicamentos sob a forma de loções na pele do corpo todo, do pescoço para baixo, mesmo nos locais onde nao aparecem lesões ou coceira. Após terminada a primeira série do tratamento, este deve ser repetido uma semana após, para atingir os parasitas que estarão deixando os ovos. Medicamentos para o alívio da coceira devem ser utilizados, porém não são os responsáveis pela cura.
As roupas de uso diário e as roupas de cama devem ser trocadas todos os dias, colocadas para lavar e passar a ferro. Todas as pessoas da casa que tiverem qualquer tipo de coceira devem se tratar ao mesmo tempo, para evitar a recontaminação. As unhas devem ser escovadas com sabonetes apropriados para a retirada de parasitas ali depositados pelo ato de coçar.
Para evitar a doença não use roupas pessoais, roupas de cama ou toalhas emprestadas, evite aglomerações ou contato íntimo com pessoas de hábitos higiênicos duvidosos.
Em pessoas com bons hábitos higiênicos, a sarna pode ser confundida com outras doenças que causam coceira, devendo o diagnóstico correto ser realizado por um médico dermatologista que indicará o tratamento ideal para cada caso.

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista / Dermatologia.net

sexta-feira, 16 de março de 2012

Alerta para cuidados com bebês e animais de estimação em casa


O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, alerta para os cuidados que se deve ter com animais domésticos e silvestres em casas onde moram bebês e crianças pequenas (veja dicas abaixo).

Animais de estimação são comuns nos lares brasileiros. Gatos, cachorros e, entre outros, têm espaço nas casas e, em muitos casos, são tratados como "membros da família". Têm livre acesso a qualquer cômodo, se alimentam na cozinha junto com os seus donos e, como é possível ver em vídeos com milhões de visualizações no YouTube, até servem como "babás" de bebês. Nesses casos, costumam brincar, lamber e cheirar bebês que ainda não têm o seu sistema imunológico completamente formado.

"Os animais não têm, obviamente, os nossos hábitos de higiene. Eles possuem uma flora bacteriana própria que, por contato oral, por pele, nasal ou pela urina, podem causar infecções nos bebês com até seis meses", alerta a pediatra Filumena Gomes, do Instituto da Criança do HC.

Além dos bebês, as crianças a partir de dois anos de idade também podem ter problemas com os animais em casa, segundo a especialista do HC. "Isso ocorre porque, nessa fase, elas conseguem brincar, andar e interagir com o animal. E o bicho pode entender algumas ações da criança, como colocar o dedo no olho, por exemplo, como um sinal de ameaça e reagir atacando", diz a médica.

Os riscos são grandes se não forem tomados os cuidados necessários. Os pelos dos gatos, por exemplo, podem agravar um quadro de asma. Além disso, há risco de doenças como fungos de pele (micose); toxocaríase (doença causada pelo verme Toxocara canis), toxoplasmose e traumas como cortes, arranhões e mordeduras.

Confira 5 dicas para um convívio saudável com animais em casa:

- O animal precisa ter o seu espaço delimitado. Não deve transitar livremente por todos os cômodos da casa; principalmente pela sala, quartos e cozinha;

- O adulto que cuida do animal deve sempre manter as mãos muito bem higienizadas;

- O pelo de alguns animais pode agravar quadros de asma em crianças; a higiene na casa é fundamental;

- Além da contaminação direta, o animal pode contaminar uma criança de forma indireta se tiver contato coma água, alimentação ou berço, sofá e roupas da crianças;

- Uma criança nunca deve ficar sozinha em algum ambiente com o animal; sempre deve ter a supervisão de um adulto.

Fonte: www.saude.sp.gov.br

quarta-feira, 14 de março de 2012

II Curso de Cuidados com Crianças - início em 15/03



Nas últimas décadas, é crescente o número de crianças que recebem diariamente cuidados fora do lar de forma coletiva, tendo como impactos à saúde a transmissão de doenças infecciosas e parasitárias

O Curso é um ferramenta importante para mudança de comportamentos em relação ao contagio de doenças no ambiente das CEMEIs

segunda-feira, 12 de março de 2012

Cuidados com a Estomatite


Pais devem ficar atentos a sintomas como salivação excessiva, dor ao engolir ou ao comer, febre e mau hálito em crianças. Esses podem ser sinais da estomatite, lesão da área que cobre a parte interna da boca e que pode ser transmitida por bactérias, vírus e fungos. Aquela feridinha conhecida como sapinho, na verdade, é um tipo de estomatite causada por fungo.

A pediatra do Hospital da Criança Conceição em Porto Alegre, ligado ao Ministério da Saúde, Márcia Marquesan, explica como as estomatites aparecem nas crianças: “Então, se é uma placa branca que facilmente se solta quando a gente raspa, mas que fica um pouco sangrante embaixo é o sapinho que é aquele que a gente raspa e em seguida sai aquela lesão e a criança não tem um machucado na boca, ela só tem uma placa branca. As que são por vírus, por exemplo, o vírus do herpes que pode causar lesões dentro da boca são lesões mais feias, são como aftas, umas aftas muito grandes, é uma bolha d’água que se rompe e que pode sangrar.”

Para evitar o problema, a especialista destaca como essencial manter a higiene das mãos e da boca: “É manter cuidados de higiene dos objetos em que a criança tem contato. Chupetas, bicos de mamadeira eles devem ser lavados e fervidos diariamente. Cada criança tem que ter os seus objetos de uso individual, não trocar, compartilhar objetos com outras crianças. Evitar se beijar as crianças na boca porque a gente tem bactérias, fungos tudo dentro da nossa boca só que para nós pode não estar causando nenhuma lesão, mas um bebê que não tem a imunidade completamente formada vai causar uma lesão.”

A pediatra Márcia Marquesan conta que não há grandes motivos para que os pais fiquem preocupados. Na maioria dos casos, a estomatite é eliminada por conta própria. Com exceção do sapinho porque é causado por um fungo e precisa de tratamento adequado.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Meninos e meninas reagem de maneira diferente a gravidez da mãe

Estresse materno pode influenciar no crescimento de cada sexo


Pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, mostram que meninos e meninas reagem de forma diferente ao estresse da mãe durante a gravidez, em especial quando a mãe sofre de alguma doença, problemas psicológicos ou é fumante.
A menina que tem a mãe estressada, por exemplo, pode ter o crescimento afetado e nascer com estatura um pouco menor do que a média.
Quando há outras complicações na gravidez, que geram ainda mais estresse, por exemplo, aumenta o risco do nascimento prematuro, de parar de crescer ou morrer no útero no caso do bebê homem.
Segundo um dos pesquisadores, o crescimento pode ser alterado ainda em gravidezes complicadas pela asma, pré-enclâmpsia ou pelo fumo, resultando em mudanças na placenta causada pelo uso de hormônio cortisol.
Nas meninas, o aumento do uso do cortisol produz mudanças na função da placenta que são responsáveis pela redução do crescimento. A mãe que usa a mesma quantidade de cortisol, mas carrega um menino, no entanto, não sofrerá as mesmas mudanças na placenta.
Com a descoberta, os pesquisadores esperam influenciar terapias em gravidezes que sofrem risco de serem prematuras, assim como em prematuros, além de ajudar obstetras a interpretar as causas do crescimento e desenvolvimento de fetos e dos altos riscos na gravidez.

Fonte - R7

Colaboração de Alexandre Garcia Baraldi
Aluno do 2º Anode Enfermagem - FAFIBE - Bebedouro

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Curso de Cuidadores de Crianças em Instituições de Ensino Infantil - Encerramento





O Curso iniciou em março deste ano , os temas foram divididos em módulos estruturados em temas como : Determinantes sociais do processo saúde- doença nas nas Instituições de Ensino Infantil, Vigilância do Crescimento, doenças imunopreviníveis, parasitárias, respiratórias, estimulação de audição e fala, educação sanitária, higiene e limpeza do ambiente e saúde do trabalhador

O Programa é de autoria da Enfermeira Bartira Palin Bortolan Pontelli que atuou como facilitadora do Curso juntamente com a Fonoaudióloga Carina Teixeira Blanco e o Técnico em Segurança do Trabalho Jenivaldo Roberto Manuel Félix.

O Curso de Cuidadores de Crianças em Instituições de Ensino Infantil faz parte do Programa Cuidar e Educar sob novo olhar que envolve não só funcionários, mas também os alunos e pais com ações já planejadas para este semestre.

Objetivos do Curso

• Capacitar educadores e funcionários para aplicação de ações de promoção da saúde e prevenção de agravos em Instituições de Ensino Infantil

• Apresentar, discutir e preparar educadores e funcionários para as com adequações sanitárias preconizadas pela VISA municipal

• Capacitar para detecção precoce de surdez e promover a estimulação de audição e fala

• Capacitar para o cuidado com crianças de 6 meses a 6 anos de idades em Instituições de Ensino Infantil

• Confeccionar o Manual de Boas Práticas para Instituições de Ensino Infantil

• Promover o conhecimento sobre doenças prevalentes na infância e medidas de prevenção

• Promover a Saúde do Trabalhador nas Instituições de Ensino Infantil


A principal ação a ser realizada nos próximos meses será o Curso de Primeiros Socorros para profissionais das Creches e será aberto também para inspetores de alunos das Escolas municipais

Números do Curso

Profissionais capacitados – 70
Número de módulos temáticos – 06
Número de encontros – 12

domingo, 29 de agosto de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

2ª etapa de vacinação contra a pólio acontece dia 14 de agosto em todo o Brasil


ATENÇÃO ------- A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.

Vacine seu filho menor de 5 anos de idade

Procure uma Unidade Básica de Saúde mais perto de você

Não esqueça a carteira de vacinação

domingo, 1 de agosto de 2010

A boa alimentação começa na amamentação.... 01/08 - Dia Mundial do Aleitamento Materno


A amamentação é mais
fácil quando as mães têm
informações sobre as práticas
saudáveis para ela e para
os seus bebês, incluindo a
importância do aleitamento
exclusivo durante os primeiros
seis meses de vida.
Mesmo quando existem
obstáculos, a amamentação
pode ser mantida se as mães
receberem a compreensão
e apoio dos familiares, dos
amigos, da equipe de saúde e
no seu ambiente de trabalho.
A crescente urbanização e
as mudanças nas estruturas
familiares têm debilitado estes
mecanismos de apoio social.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Projeto Cuidar e Educar Sob Novo Olhar - Saiba Mais...


Nas últimas décadas, é crescente o número de crianças que recebem diariamente cuidados fora do lar de forma coletiva,. Muitas medidas de prevenção simples podem ser adotadas para diminuir a transmissão de doenças nesses ambientes. Nas ( Instituições de Ensino Infantil (Creches), os cuidados prestados às crianças referem se à higiene, à alimentação, ao desenvolvimento, às atividades lúdicas e à saúde, independentemente da qualidade do cuidado que ela possa receber em casa e das outras pessoas responsáveis por ela.

Etapa 1

Realização de Diagnóstico Situacional das Instituições de Ensino Infantil
(Creches)

• Levantamento dos problemas enfrentados junto as funcionárias através de dinâmicas.
• Desenvolvimento de propostas de ação.

Etapa 2
Curso de Capacitação - 40 hs
CUIDADORES DE CRIANÇAS
EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO INFANTIL


O Curso de Cuidadores de Crianças objetiva qualificar os profissionais que atuam nessas instituições para o cuidado as crianças, a prevenção de doenças e promoção da saúde, a identificação de fatores de risco para o aparecimento de doenças ou agravos como deficiência auditiva, de fala e linguagem , e dois módulos enfatizando a Educação Sanitária no ambiente escolar e a higiene e segurança no trabalho.

Conteúdo Programático

Módulo 1 - Introdução ao cuidado de crianças, discussão sobre a situação problema
Módulo 2 - Desenvolvimento infantil, fala e audição na infância, hábitos orais e suas influências na fala.
Módulo 3 – Noções de Pediatria, Vigilância do Crescimento, Imunizações, Doenças prevalentes na infância, doenças imunopreviníveis.
Módulo 4 - Respiração oral e suas interferências , Importância dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento da fala e dicas de estimulação
Módulo 5 – Apresentação do Manual de Boas Práticas da Secretaria Municipal de Educação, Educação Sanitária , Confecção dos POPs ( Procedimentos Operacionais Padrão )
Módulo 6 - Acidente doméstico, Violência Doméstica, Pedofilia
Módulo 7 -Higiene e Segurança no Trabalho



Etapa 3

Projeto de Bonecos


• Confecção de bonecos de tecido pelas funcionárias das Instituições de Ensino Infantil
• Abordagem de cuidados com o corpo, higiene educação para as crianças


Etapa 4

Instituição, Família, Comunidade

• Ciclo de Palestras para pais.


Instituições de Ensino Infantil Envolvidas

• Creche Oringa Belodi Fiorezi ( Bairro Cruzeiro )
• Creche Pingos de Gente ( Bairro São Francisco )
• Creche Sossego da Mamãe ( Bairro São Felipe )
• Casa da Criança Nosso Recanto ( Marcondésia )
• Creche Cantinho do Amor ( Centro )

Monte Azul Paulista - SP


sábado, 12 de junho de 2010

Criança diz cada uma - Parte II


Diálogos Inesquecíveis


- O que é ter fé?
- É uma menininha, na praia, esvaziando o mar com um baldezinho de plástico furado.


Garoto, ao ver irmãs gêmeas na rua:
- Mãe, eu vi duas meninas de cara repetida!


- A cor do céu depende da hora, do tempo e de quem olha. Quem diz que o céu é azul, nem desconfia que, de noite, ele pode ser preto e, quando vai anoitecendo, pode até ser rosa ou vermelho. Quem diz que o céu é azul é analfabeto de céu.


- Eu sou otimista, sim. Nunca penso nos oito gols que deixei entrar, mas nos cinco que eu não deixei.


Definições:



- Paciência é uma coisa que mamãe perde sempre.

- Relâmpago é um barulho rabiscando o céu.

- Palhaço é um homem todo pintado de piadas.

- Sono é saudade de dormir.

- Arco-íris é uma ponte de vento.

- Deserto é uma floresta sem árvores.

- Felicidade é uma palavra que tem música.

- Rede é uma porção de buracos amarrados com barbante.

- Vento é ar com muita pressa.


- Cobra é um bicho que só tem rabo.

- Helicóptero é um carro com ventilador em cima.

- Esperança é um pedaço da gente que sabe que vai dar certo.

- Alegria é um palhacinho no coração da gente.

- Avestruz é a girafa dos passarinhos.

- Calcanhar é o queixo do pé.

- Chope é o refrigerante de adulto

(Fonte: "Dicionário de Humor Infantil", coletânea de definições espontâneas e achados poéticos de crianças entre 3 e 11 anos de idade, compilada por Pedro Bloch )

Colaboração de Alexandre Garcia Baraldi - aluno do 2º Ano de Enfermagem - FAFIBE

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vacinou, é gol!!!! - 12/06/10 Campanha de Vacinação contra a Poliomielite



Todas as crianças menores de cinco anos deverão se vacinar contra paralisia infantil (poliomielite) neste sábado, dia 12. Os pais deverão levar seus filhos a um dos 115 mil postos espalhados por todo o país para a primeira dose. A segunda dose será aplicada dia 14 de agosto. A vacina é oral, e mesmo quem já tomou antes deve participar.

O Zé Gotinha, personagem da campanha, veste este ano a camisa da seleção brasileira, aproveitando o clima de Copa do Mundo. O slogan é “Vacinou, é gol”, lembrando a importância do país continuar livre da poliomielite. Desde 1989, o Brasil não registra nenhum caso, mas ainda existe o risco da doença vir de um país estrangeiro http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/flash/polio_futebol.swf"

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Criança diz cada uma !!!

Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que apareciam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: - 'Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?' A mãe respondeu: - 'Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.' A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: - 'Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?'

Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou, com excitação, para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- 'Como você soube disso?' perguntou a mãe.
- 'Papai os levantou e olhou por baixo', respondeu o menino. 'Acho que ali estava a etiqueta'.



Fonte- Revista 'Pais e Filhos',
espaço de Pedro Bloch, pediatra e teatrólogo, de coisas engraçadas que as crianças diziam.

Ministério da Saúde amplia vacinação para crianças menores de 5 anos

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta sexta-feira, dia 21, no Rio de Janeiro, a ampliação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1 para crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Pais ou responsáveis pelas crianças já poderão levá-las aos 36 mil postos de todo o país a partir da próxima segunda-feira, dia 24, para a vacinação. O prazo termina em 2 de junho. Neste período, pessoas de 30 a 39 anos e gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar um posto de saúde. O Ministério da Saúde recomenda também que os municípios reforcem a campanha de vacinação — inclusive com busca ativa - de pessoas pertencentes aos demais públicos-alvos que por ventura não tenham atingido a meta de cobertura nessas cidades. Isso inclui doentes crônicos, crianças de seis meses e menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos. Os idosos que ainda não se vacinaram contra a gripe comum também poderão ser imunizados até o dia 2. As crianças de 2 anos até 4 anos e 11 meses, que começam a ser vacinadas nesta segunda-feira, estão na faixa etária que apresenta maior vulnerabilidade a desenvolver complicações pela gripe H1N1, depois dos grupos prioritários já incluídos anteriormente na campanha de vacinação. Para o novo grupo, serão utilizadas 10,8 milhões de doses da vacina pertencentes ao estoque estratégico do Ministério da Saúde, reservadas para eventualidades durante a campanha. Ao todo, há 9,6 milhões de crianças brasileiras na faixa de 2 anos a menores de 5 anos. É importante ressaltar que este grupo é imunizado com duas meias doses da vacina. Por isso, 21 dias depois da primeira aplicação, as crianças precisam ser levadas de novo aos postos para tomar a segunda meia dose. O Ministério da Saúde recomenda que todos os municípios do país promovam, nesses últimos dias, estratégias como a busca ativa para vacinar pessoas dos grupos prioritários que ainda não tiveram as metas atingidas.
Fonte - www.saude.gov.br - acessado em 24/05/2010

sábado, 1 de maio de 2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Aleitamento Materno


A amamentação é mais fácil quando as mães têm informações sobre as práticas saudáveis para ela e para os seus bebês, incluindo a importância do aleitamento exclusivo durante os primeiros seis meses de vida. Mesmo quando existem bstáculos, a amamentação pode ser mantida se as mães receberem a compreensão e apoio dos familiares, dos amigos, da equipe de saúde e no seu ambiente de trabalho. A crescente urbanização e as mudanças nas estruturas familiares têm debilitado estes mecanismos de apoio social.

Mais informações: http://www.4shared.com/document/AX0WgBJT/CARTILHAAMALCOMPLEMENTARSENACI.html

CEREST - Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Regional de Bebedouro


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